O desenvolvimento de software se tornou algo tão complexo e importante que foram desenvolvidas várias metodologias e ferramentas, numa tentativa de se criar um padrão universal que resolvesse todos os problemas relacionados a este tema.
Quem nunca ouviu falar de CMMI, MPS/BR, RUP, etc? A especificação da metodologia normalmente faz parte do contrato e está totalmente atrelada ao processo.
Todavia, quando pensamos num projeto de software livre, dificilmente encontramos a mesma preocupação. Na área de Internet então, o desenvolvimento normalmente é feito no estilo "on-demand", que acaba se tornando uma verdadeira colcha de retalhos.
Com a "chegada da Web 2.0" e a valorização dos conteúdos produzidos pelos internautas é importante saber organizar, desenvolver e gerenciar a informação, reduzindo o trabalho humano no processo.
Para isso muitas pessoas têm trabalhado em ferramentas que automatizam várias camadas do desenvolvimento de aplicações Web, desde geração automática de código até abstração de banco de dados.
Conceitos como modularidade e integração são cada vez mais freqüentes, pois já não é mais possível pensar em sistemas do tipo "standalone". Conhecidas como "frameworks", essas ferramentas facilitam consideravelmente o trabalho do desenvolvedor, mas não resolvem o problema.
Boas práticas de Engenharia de Software tornam o desenvolvimento melhor e auto-gerenciável, facilitando a manutenção do sistema.
O objetivo da palestra é dissecar o processo de engenharia de software para aplicações de Internet e mostrar como as tecnologias mais conhecidas se encaixam nesse conjunto de boas práticas.
